Longa da Apple leva estatueta de Melhor Filme no Oscar 

“No Ritmo do Coração” é uma trama envolvente e emocionante que conta a história de […]

Publicado em: , por Bia Lemos

“No Ritmo do Coração” é uma trama envolvente e emocionante que conta a história de uma família predominantemente surda

Com 6 indicações ao Oscar, o longa No Ritmo do Coração, foi o grande vencedor da premiação, marcando história como primeira produção de um streaming a ser reconhecida como Melhor Filme. Ponto para a Apple TV +. Naquele domingo, 27 de março, todos os olhos se voltaram à transmissão da cerimônia que premiou um drama que conta a história de uma família surda com um único membro ouvinte: uma garota de 17 anos, Ruby Rossi, dividida entre seguir seus sonhos e ficar com sua família. 

Embora tenha se consagrado como primeiro longa de uma plataforma de streaming a vencer a premiação. CODA (como é chamado em inglês), não é, exatamente, uma produção da Maçã. A história por trás disso é mais mais curiosa e mostra como a Apple queria o filme em seu catálogo

Pra começar, ele foi filmado antes na pandemia, nos idos de 2019 e custou cerca de US$ 10 milhões, custeados por três produtoras: a Pathé Films, Vendôme Pictures e Picture Perfect Federation. Ele começou a chamar atenção do público e da crítica quando foi exibido no Festival Sundance. E ele foi tão disputado, que foi arrematado pela Apple em um leilão, por US$ 25 milhões 

De acordo com informações difundidas pela imprensa internacional, Sian Heder, a diretora do filme, o fez com um orçamento de US$ 10 milhões. O fato é que, mesmo não sendo uma produção 100% com o selo da Apple, No Ritmo do Coração já brilharia automaticamente, pois é a obra com a maior representatividade de atores surdos de toda a indústria cinematográfica. 

Foram 3 estatuetas: a de melhor filme (sendo essa a mais importante categoria), melhor ator coadjuvante (Troy Kotsur) e melhor roteiro adaptado – o filme é um remake do francês “A Família Bélier”. 

Mais do que a vitória da Apple, a vitória da Maçã ressalta a batalha travada pela Netflix, que a cada ano, chega perto, mas não vence. Esse ano, a grande aposta da gigante era “Ataque dos Cães”, que das 12 indicações, venceu apenas uma: de melhor direção. 

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