Apple domina o mercado de eletrônicos no Japão

Vindo em uma crescente desde 2020, a Apple consegue o 1º lugar no pódio dos mercados de eletrônicos no Japão.

Publicado em: , por Lucas Eliel

Parece que a Apple está em uma maré de sorte. Além de ter recuperado em 2020 o posto de maior fabricante de smartphones do mundo, um relatório recente produzido pela IDC, Data International Corporation, aponta que a linha de iPhones 12 ajudou a gigante a obter mais de 50% das vendas de smartphones no Japão, entre outubro e dezembro de 2020.

De acordo com a análise do IDC, a demanda por celulares aumentou 10,6% no período. Parte do sucesso pode ser creditado ao iPhone 12, compatível com a rede 5G. O estudo mostra, ainda, que os consumidores estão cada vez mais interessados em garantir um aparelho compatível com a nova tecnologia, já que o interesse por estes celulares cresceu quase 14% em 2020.

2020 não foi (mesmo!) um ano ruim para a empresa de Steve Jobs. Além de ter fechado o ano com lucro, um feito incrível em um período tão desafiador, a maçã também ficou entre as cinco maiores. Não há para ninguém, a Apple desbancou a todas as fabricantes que atuam no país, inclusive a Samsung, sua maior rival.

Maior que o PIB do Brasil

Além de se destacar em tudo que se compromete a fazer, a Apple entrou novamente para a história em 2020, quando se tornou a primeira empresa americana a atingir o valor de US$ 2 trilhões no mercado de ações. Em real, isso equivale a pouco mais de R$11 trilhões. 

É quase impossível ter dimensão desse valor. Por isso, o montante foi comparado com o PIB dos países mais ricos do mundo. Neste clube seleto, apenas 8 deles ultrapassaram o valor atingido pela fabricante: Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Índia, Reino Unido, França e Itália.

O recorde da Apple supera também o PIB do Brasil em 2019, equivalente a US$ 1,84 trilhão. O mais impressionante dessa história é saber que a Apple conseguiu esse feito incrível apenas 2 anos após ter sido a primeira empresa americana a chegar ao valor de mercado de US$ 1trilhão em 2018. É recorde atrás de recorde! Quais serão os próximos feitos da maçã?

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